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25/2/2010
Quaresma - Pr.Maurício
 
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Quaresma - Pr.Maurício

Quaresma


 


 


Mt 22:32 – “Eu sou o Deus de Abraão, o Deus de Isaac e o Deus de Jacó”


 


            A páscoa no A.T. março o começo de uma saída da escravidão, assim também em Cristo, encontramos um “Êxodo” (saída) que nos liberta da velha vida com sua escravidão do pecado.


 


            O número “quarenta” sempre foi usado para designar períodos específicos de prova:


 


            - No dilúvio choveu 40 dias e 40 noites e foram precisos outros 40 dias para as águas baixarem (Gn 7:14,12,17; 8:6);


            - Moisés foi tirado das águas do Nilo e 40 anos depois que foi ter com seus irmãos de raça (At 7:23);


            - Moisés foi tirado do Egito para o deserto de Midiã, e 40 anos depois recebeu sua missão (At 7:29-30);


            - Israel foi tirado do Egito e ficou 40 anos no deserto, para depois entrar na terra prometida;


            - Elias foi chamado e jejuou 40 dias (I Rs 19:8);


            - Jesus jejuou no deserto por 40 dias, para depois dar início ao seu ministério terreno (Mt 4:2);


            - O Espírito Santo (Pentecoste) foi enviado 40 dias após a ressurreição de Jesus (At 1:3).


 


            Quando estudamos a quaresma, o que significa esses quarenta dias?  Esse é o título do período de penitências (40 dias), colocados pela igreja Romana, que se prolonga desde a quarta-feira de cinzas, até a Páscoa. Foi introduzido no séc. IX d.C.


 


            Igreja Romana: “Considerada, essencialmente, a Festa da Libertação, a Páscoa é uma das festas móveis do nosso calendário, vindo logo após a Quaresma e culminando na vigília pascal.”


 


            A primeira coisa que precisamos entender é que primeiro Deus age, depois vem a prova! Primeiro Deus tirou o povo do Egito, depois foram provados no deserto, primeiro chamou Elias e usou-o contra os profetas de Baal, depois foi provado no deserto. Se na Páscoa comemoramos o “êxodo” da escravidão do pecado, os quarenta dias de jejum deveriam ser depois e não antes.


 


            Outro detalhe, o jejum não é imposto, é uma ferramenta eficaz que o Senhor nos dá, mas para ser usado liberalmente e não imposto por regras humanas, como Jesus nos ensinou em Mt 6:16-18.


 


            Abra os olhos, não há necessidade desse sacrifício! Tome posse da benção do Senhor para sua vida e quando houver necessidade jejue e ore, pois Deus vai mover em seu favor.


 


            Pr.Maurício.

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